quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Algumas razões

 

Carta ao camarada Gustavo Souza

Camarada Gustavo, em conversa recente iniciamos um trabalho de cooperação para a realização de um projeto. Para tanto, neste início de caminhada, quero compartilhar algumas motivações que são possíveis de serem compreendidas nesta narrativa que emana valores que motivam e justificam a ação que nos propomos no projeto “A Vida Na Parede”. Combinamos para organizar a agenda após o ano novo. Antes disso, havia me comprometido de compartilhar essa narrativa. Eu penso em trabalhar com ela, pois ela edifica o ambiente para você dar continuidade a partir da experiência deste cultivo, desta cultura. Da cultura que cultiva a vida.

Um fraterno abraço,

30 de dezembro, de 2020


Algumas razões

 

Ao refletir sobre algumas inquietações e suas motivações lembrei que a questão já me intrigava quando tinha 11 ou 12 anos, quando procurava compreender as motivações de fazer uma horta. Eu vendia pão para ajudar no orçamento doméstico. Minha mãe havia ficado doente e as coisas complicaram. Eu morava na Feitoria, em São Leopoldo, quando tive contato com a rua vendendo pães e artesanatos em cerâmica. A comunidade nas periferias ainda trazem traços da vida rural, anterior ao convívio urbano, com hábitos de plantio e cultivo de hortas, de tomar banho em arroios, de pescar no rio e vasculhar o mundo em busca de árvores frutíferas. Embora envolto na atividade profissional, eu sempre estava atento procurando uma oportunidade de me divertir, experimentar e conhecer tudo para aprender muito rápido como sobreviver. As pessoas tinham suas estratégias e demonstravam total comprometimento em realizar essas tarefas, muitas vezes trabalhosas, de organizar o plantio e cultivo de uma horta. Eu observava aquele trabalho todo para colher pouca coisa, que na minha opinião, sequer eram necessárias à subsistência. Ao observar o valor dos vegetais na feira eu me convencia que é mais fácil comprar.

No entanto, eu ficava perturbado em não compreender as motivações que faziam aquelas pessoas tomarem outra decisão. Desconhecer esses motivos e argumentos tornou minha vida insuportável. Então venci a timidez de piá e fui falar com uma senhora que tinha uma horta, pois ela morava perto da minha casa, me conhecia e me dava café quando eu levava os pães que ela amava. A dona Terezinha tinha um sobrenome que parecia reunir todas as consoantes de forma aleatória sem nenhuma vogal, eventualmente repetindo algumas, tipo T, N e Z. Algo impronunciável, mas acho que era descendente de poloneses, pois lembro que terminava com “wsky”. Ela me falou sobre o fato de não ter veneno, que esses vegetais eram mais saudáveis. Logo lembrei da morte recente de meu avô, que havia falecido em decorrência de um câncer. Achei um bom argumento.

A razão não é suficiente para compreender as motivações humanas

O tal assunto não saia da minha cabeça, apesar de estar convencido que o motivo apresentado pela dona Terezinha era consistente e suficiente para compreender racionalmente suas motivações. A inquietação estava na consciência de saber que a razão não é suficiente para compreender as motivações humanas. Eu tinha essa intuição e isso me angustiava. Então segui conversando com as pessoas sobre hortas e seus motivos, sempre que possível, pois eu podia esquecer das inquietações em alguns momentos, mas bastava uma pequena pausa ou deitar a cabeça no travesseiro para ser acometido das inquietudes.

Uma das conversas que mais me marcou foi com a dona Marlene. Ela era diferente. Ela tinha 65 anos na época. Foi ela quem me falou pela primeira vez em racismo, quando avaliava uma situação que havia lhe relatado. Ela tinha uma religiosidade diferente e muito conhecimento, mas era diferente da dona Terezinha que trazia suas razões de forma clara, em plena sintonia com minha cultura. Eu descobri que sou descendente de indígenas e fiquei muito curioso em saber de qual tribo, mas não tinha a menor ideia sobre o assunto. Ela era descendente de uma família de afro-brasileiros. A dona Marlene sustentava na parede da sala sua foto de casamento e a foto de seus pais, que era uma foto que parecia pintada. Eles sempre moraram naquela área do bairro Feitoria Velha. A conversa sobre a horta com a dona Marlene aconteceu quando eu reclamei de dor no estômago e ela me ofereceu um chá. Então fomos juntos colher o tal chá e enquanto passávamos pela trilha entre os canteiros, ela falava sobre a farmácia que cultivava.

Não aprendi nada, mas aprendi tudo

Achei fantástico o conhecimento da dona Marlene. Mas não lembro uma só palavra do que ela me disse. O que não consigo esquecer e que eternizou sua presença em minha alma foi o amor ao cultivo da vida. Isso não é possível compreender em sua plenitude apenas lendo livros. A gente aprende quando faz. É constrangedor não fazer. Senti essa vergonha quando a dona Marlene disse que nem tudo na vida cabe no cálculo do dinheiro. E mostrou que, embora ela não tivesse grandes posses era capaz de fazer sua existência ser geradora de vida. Dessa forma, ela se afastava da ideia de um vida parasitária ou geradora de morte.

Quem devemos, por justiça social, enxergar

A dona Terezinha e a dona Marlene eram pessoas diferentes das demais, pois elas conseguiam me enxergar e eu me sentia acolhido com a paciência que me dedicavam. Sua dedicação era um evidente esforço ancorado no amor, que me deixava comprometido em lhe dar algum retorno, pois tudo que eu desejava era alimentar essa reciprocidade por toda a eternidade. Lembrei delas recentemente, pois elas parecem sussurrar em meus ouvidos e minha intuição causa uma grande angústia diante da tragédia social decorrente do fim do auxílio emergencial, que vem acompanhado dos impactos da perda de direitos das classes trabalhadoras, que estarão desamparadas pela decisão política do governo. Não é possível ficar indiferente ao sofrimento das pessoas, mesmo aquelas que, por algum vacilo, votaram errado. A questão será: como sobreviver?

O que dá pra fazer?

Ao compreenderem-se melhor no tecido social, as pessoas tendem a contribuir com a construção de um sistema organizado para que possam ofertar sua força produtiva e garantir sua subsistência nos ambientes urbanos. A política é responsável por isso, mas vivemos um momento péssimo no Brasil. A opção do governo priorizou o agronegócio, que teve resultados fantásticos, apesar da pandemia. Por outro lado, fomentou o Sistema Financeiro em detrimento da indústria de transformação. Como ninguém na vila trabalha em plantação de soja e sim na indústria de transformação, essa política é responsável pelo desemprego e crise social. Uma política que deixa o trabalhador com a “Vida na Parede”. Muita coisa pode ser feita, a começar pela plena compreensão do projeto político que está sendo ruim para a vida das pessoas. Além disso, é possível decidir por tomar posturas responsáveis, seja consigo mesmo, seja com a comunidade ou com o meio ambiente. Se cada um contribuir de alguma forma, a vontade de muitos pode mudar essa realidade. Eu, pessoalmente, penso em contribuir com algo que preserve o espírito da dona Marlene e o conhecimento da dona Terezinha, para que mais pessoas tenham a possibilidade de se relacionar com o hábito do cuidado, pelo cultivo de plantas medicinais e comestíveis.

Então...

Em ambientes urbanos, principalmente nos apartamentos populares, o espaço para o cultivo é algo que pode ser complexo. Nesse sentido, pensamos em organizar um jardim de cultivo vertical integrado no ambiente, com aproveitamento do espaço de cada um. Chamei alguns amigos e conversei sobre o assunto. Como resultado nasceu o programa “A Vida na Parede”, que consiste em viabilizar um jardim interno com plantas medicinais e comestíveis em apartamentos populares. Quem sabe a relação com o cultivo e com a prática do cuidado, envolvendo a família beneficiada, possa contribuir como uma forma de superar as dificuldades vividas por essas pessoas? A relação com o cultivo da vida associada a ideia de subsistência, favorece o foco na superação dos problemas comuns e possibilita a criação de uma rede organizada e autônoma em torno dos temas do projeto “A Vida Na Parede”. O programa todo deve estar voltado aos trabalhadores que realmente estão “com a vida na parede”, sofrendo as consequências de um sistema político excludente, que aprofunda as diferenças sociais em um dos países mais desiguais do Planeta. Só a experiência decorrente da prática é capaz de gerar esse conhecimento. Um experimento que tem por objetivo desenvolver novas tecnologias sociais. Em base é isso.

Quero agradecer a sua disposição em viabilizar o programa lhe agregando o aspecto prático, que é fundamental para que seja uma realidade. Com isso, todo o contexto está aberto ao debate, para que possamos compreender as razões e todas as motivações possíveis para as melhores decisões políticas. 

Um fraterno abraço,

Charles Scholl

Ativista pelos

Direitos Humanos

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Alvorada - Meio Ambiente fiscaliza separação de resíduos em órgãos públicos

        A Secretaria Municipal de Meio Ambiente da Prefeitura de Alvorada segue realizando o trabalho de conscientização e fiscalização da Campanha Municipal pela Correta Separação de Resíduos. Equipes de Educação Ambiental utilizam o Selo Descartes de Cidadania para fiscalizar os serviços. Entre os locais que estão sendo visitados estão as UBSs e as secretarias municipais. Durante a visita os funcionários estão sendo orientados sobre os tipos de resíduos orgânicos e inorgânicos e também a Lei do Lixo.
        Desde novembro de 2014, representantes do município estão visitando empresas da cidade para apresentar o programa. Entre as empresas que já foram visitadas estão Ralf Beer, Floresta Ind. e Com. de Madeiras, Kalykim Ind. e Com. Ltda e Luftech; entre outras. O selo 'Descartes de Cidadania - Penso, logo reciclo' é um reconhecimento destinado a pessoas físicas e jurídicas que apresentem ações que valorizem o destino e a separação correta e seletiva do lixo e a preservação e conscientização ambiental.
        O selo que faz referência ao filósofo francês René Descartes, um dos maiores expoentes do racionalismo clássico, autor de obras como Discurso do Método, Meditações metafísicas, Regras para a direção do espírito. Sua máxima mais conhecida, “Penso, logo existo”, serve de base também para a campanha da Prefeitura que segue o propósito: “Penso, logo reciclo”.

Exposição resgata história do Carnaval em Esteio

foto:Dijalma Corrêa Pacheco


Foi aberta na noite desta quinta-feira (5), no Museu Histórico de Esteio, junto à Casa de Cultura Lufredina Araújo Gaya (Rua Padre Felipe, 900) a exposição “Entre a folia e a memória: histórias do carnaval de Esteio”.

A mostra, fruto da pesquisa da museóloga Daniela Schmit com apoio do Fundo Municipal de Apoio à Produção Artística e Cultural (Funproarte), busca fazer um resgate da história do Carnaval em Esteio, com exposição de fotos, fantasias, documentos e outros objetos relativos à festa popular no Município.
A exposição ficará aberta ao público até o dia 13 de março e pode ser visitada de terças-feiras a quinta-feira das 9h às 11h e das 13h30min às 17h, e nas sextas-feiras das 8h às 12h. A entrada é franca.

Muamba será no dia 20
A principal atividade das Festas de Momo em 2015 na cidade será realizada no próximo dia 20. A Muamba de Carnaval terá início às 21h, na Avenida Governador Ernesto Dornelles, no Bairro Santo Inácio, não por acaso chamada de Avenida do Carnaval. Estão programadas apresentações dos blocos carnavalescos Da Dinda, Abre Alas e Unidos da Pedreira, e das escolas de samba Salgueiro (Centro), Mocidade Independente (Jardim Planalto) e Viradouro (São José). Neste ano não ocorrerá o desfile na Avenida do Carnaval.

Entre a folia e a memória: histórias do carnaval de Esteio
Local: Museu Histórico de Esteio (Casa de Cultura Lufredina Araújo Gaya - Rua Pe. Felipe, 900, Centro)
Horários de visitação: De segunda a quinta-feira, das 9h às 11h e das 13h30min às 17h, e nas sexta-feira, das 8h às 12h
Entrada franca
Muamba de Carnaval
Data: 20 de fevereiro
Horário: 21h
Local: Avenida do Carnaval (Av. Governador Ernesto Dornelles – Santo Inácio)
Apresentação das escolas de samba Salgueiro, Mocidade Independente e Viradouro e dos blocos carnavalescos Da Dinda, Abre Alas e Unidos da Pedreira

Alvorada - Agentes de cultura, arte, cidadania, progresso de Alvorada

(06/02/2015 - 10:53)


Foto: Pietro Vlacic/CCS

        Uma sociedade não avança sem a valorização de sua arte, cultura, desejos, e na noite de quinta-feira (05) Alvorada deu mais um passo à frente com a aula inaugural do primeiro curso de agente cultural do município. O evento no Salão Nobre da Prefeitura contou com a presença do Prefeito Professor Serginho e da chefe da representação Regional Sul do Ministério da Cultura (MinC), Margarete Moraes, entre outras lideranças. Trinta alvoradenses representantes dos mais diversos segmentos culturais realizarão o curso ofererecido pelo Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) e MinC. A aula inaugural, com grande interação e participação, foi realizada pelo professor João Pontes. O bacharel em Ciências Sociais e sócio-fundador do projeto CinemaBar já recebeu o prêmio 'Direitos Humanos RS' na categoria protagonismo juvenil, concedido pela UNESCO.
        O Prefeito Professor Serginho destacou a pulsão artística da cidade: “A cultura em Alvorada é forte, flui em todos os bairros”. Lembrou das atividades frequentes na Praça João Goulart e destacou que em breve o município contará com um grande espaço para as manifestações que é o CEU das Artes que está sendo construído na rua Santa Catarina, no bairro Sumaré. O amplo espaço público contará com áreas de esportes, lazer, cultura, assistência social em cinco pavimentos como praça coberta, equipamentos de ginástica, laboratório miltimídia, cineteatro/auditório, CRAS. São cerca de R$ 3 milhões investidos pelo Governo Federal e município no novo espaço que deve ser inaugurado este ano. O Prefeito salientou a articulação política junto ao Governo Federal para que se pudesse consolidar o grande projeto na cidade. “Isto mostra a vontade política de um governo que valoriza e quer investimento na cultura”. Lembrou ainda da luta e articulação para garantir o câmpus do Instituto Federal do Rio Grande do Sul em Alvorada, que já está sendo construído no bairro Campos Verdes. Garantiu que vai continuar buscando todos os projetos e parcerias viáveis para uma vida melhor a todos os alvoradenses.
        Margarete Moraes disse que a aula inaugural marcava “um momento simbólico, histórico”, destacando que “todas as formas de arte, cultura valem a pena”. Falou sobre a vitalidade das ações culturais e artísticas explanando que a cultura é um direito de todas as pessoas garantido pela Constituição e a importância de se valorizar a diversidade cultural que pulsa nas cidades, corações e mentes. Destacou o aspecto profissional e no desenvolvimento que o curso proporciona aos cidadãos e ao município. Lembrou ainda de cursos promovidos pelo governo federal através do Pronatec que vêm garantindo conquistas profissionais e melhoras de vida para centenas de milhares de brasileiros, incluindo os alvoradenses.
        O secretário municipal de Cultura e Turismo, Luis Carlos Silveira, saudou os participantes do curso que conquistarão uma formação qualificada e a diversidade cultural representativa da cidade que estava manifestada na primeira turma. Falou sobre o CEU das Artes e outras conquistas para o segmento que estão sendo articuladas.
        O diretor de ensino do campus Alvorada do Instituto Federal, Guilherme Brandt, fez um breve histórico sobre as constituições dos institutos no país e a valorização da educação profissional pública e gratuita. E saudou a escolha para que um dos eixos do campus na cidade esteja voltado para a produção cultural e design: “A cultura é parte inseparável da formação humana. E a formação de profissionais para trabalhar com cultura é urgente e necessária”.
        As aulas iniciaram no dia 27 de janeiro e estão sendo realizadas na Incubadora Social, na rua Wenceslau Escobar, 167, bairro Nova Americana. Além de ser gratuito, o curso também oferece ajuda de custo, conforme aprovado pela Lei referente ao Sistema Municipal de Cultura, que tem como responsabilidade investir na formação para produtores, artistas e agentes de cultura da cidade.
        O curso terá duração de 160 horas, que serão distribuídos em quatro meses. Entre os conteúdos que serão apresentados estão: Cultura e Sociedade, AutoEstima, História da Cidade, História da Arte, Tecnologia de Projetos Culturais, Diversidades, Responsabilidade Social, Processos Colaborativos, Visão Sistêmica, Empreendedorismo, entre outros.

Esteio - Inscrições para o edital do Funproarte iniciam-se na próxima quinta-feira (12)

FunproarteO Edital nº 01/2015 do Fundo Municipal de Apoio à Produção Artístico Cultural (Funproarte) já está disponível. As inscrições, que iniciam-se na próxima quinta-feira (12) e seguem até o dia 27 de fevereiro, deverão ser feitas através da entrega do projeto no Protocolo Geral da Prefeitura Municipal de Esteio (Rua Eng. Hener de Souza Nunes, 150) de segunda a quinta-feira, das 12h30min às 18h, e nas sextas-feiras, das 8h às 14h.
Para concorrer ao financiamento, o produtor deverá estar cadastrado junto à Secretaria Municipal de Arte e Cultura (SMAC). O cadastro é gratuito e pode ser realizado na sede da SMAC, a Casa de Cultura Lufredina Araújo Gaya (Rua Padre Felipe, 900), de segundas a quintas-feiras, das 8h às 12h e das 13h às 17h, e nas sextas-feiras, das 8h às 12h.
Cada projeto receberá auxílio de até 100% do seu orçamento, no limite máximo de 5% do valor global anual (R$ 5.250), para pessoa física ou de 10% do valor global anual (R$ 10.500), para pessoa jurídica. Para 2015, a Prefeitura vai disponibilizar R$105 mil, divididos entre editais do primeiro e do segundo semestre.
Ainda durante o período de inscrições, em 23 de fevereiro de 2015, às 19h na Casa de Cultura Lufredina Araújo Gaya, será realizada uma oficina de elaboração de projetos.
O resultado da seleção estará disponível a partir do dia 6 de abril no site da Prefeitura e no mural da Casa de Cultura Lufredina Araújo Gaya.
O edital e os demais documentos relativos ao processo podem ser conferidos no site www.esteio.rs.gov.br

Edital para inscrição de projetos no Funproarte
Período de inscrição: De 12 a 27 de fevereiro
Local de inscrições: Protocolo da Prefeitura de Esteio (Rua Eng. Hener de Souza Nunes, 150) de segunda a quinta-feira, das 12h30min às 18h, e nas sextas-feiras, das 8h às 14h.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Alvorada - Conselho da Cidade faz primeira reunião na quarta-feira

Foto: Charles Scholl
    O Conselho da Cidade realiza sua primeira reunião na quarta-feira (04), a partir das 19 horas, no Salão Nobre da Prefeitura. Na atividade será apreciado o regimento do órgão, apresentado seu novo secretário-executivo, Tiano Caduri, entre outras proposições. O conselho atuará como um órgão consultivo do Prefeito Professor Serginho na intensificação do diálogo e a concertação fortalecendo a democracia no município visando o engajamento da população na proposição de políticas públicas.
        Democracia e participação plural da sociedade: A noite de 10 de dezembro do ano passado foi marcada por mais um grande avanço na democracia e participação da sociedade de Alvorada nas proposições, debates e decisões do governo municipal com a instalação do Conselho da Cidade. O evento ocorreu em um Salão Nobre da Prefeitura lotado por integrantes dos mais diversos segmentos da comunidade alvoradense, com a presença de empresários, trabalhadores, representantes de entidades religiosas, culturais, educacionais, esportivas, ambientais, comunitárias, sociais, entre outras. O Prefeito Professor Serginho secretários municipais e outras autoridades estiveram presentes.
        O conselho engloba toda a sociedade alvoradense e é constituído por: 12 representantes das organizações das classes empresariais e de trabalhadores; 12 representantes dos movimentos e organizações sociais; 12 representantes dos conselhos municipais; 12 representantes das secretarias e órgãos municipais. O conselho será presidido pelo Prefeito Professor Serginho e coordenado pelo secretário-executivo do órgão, Tiano Caduri.
        Com a criação do conselho é potencializada a cultura do diálogo coletivo para que todos possam acompanhar e participar das políticas do governo municipal, propondo ações e contribuindo para os programas em andamento, debatendo e sugerindo diretrizes para o desenvolvimento social de Alvorada. Entre as ações próximas do grupo está propor ideias para as ações alusivas ao aniversário de 50 anos do município.
        O prefeito ressaltou no evento que o conselho foi muito bem pensado e constituído sintetizando todas as áreas que respondem as demandas da cidade. Destacou que o órgão ajudará nas definições de prioridades e setores a receberem investimentos em um procedimento democrático e organizado no gerir os recursos, buscando equilibrar todas as áreas em decisões de bom-senso.

Alvorada - Loja Social atende centenas de pessoas em janeiro

A Loja Social, iniciativa do gabinete da primeira-dama, Maria Zoreti, continua beneficiando a comunidade de Alvorada. No mês de janeiro, passaram pelo local 241 pessoas que escolheram para elas e seus familiares 1.264 peças e 116 acessórios.

A Loja Social está atendendo em novo horário nos meses de janeiro e fevereiro, devido à redução da procura dos seus serviços durante o período. O horário de funcionamento acontece nas terças e sextas-feiras, das 09 às 12 horas e das 13 às 17 horas. Durante o período, além do atendimento ao público nos dias especificados, estarão sendo realizadas nos demais dias a reforma e organização do espaço.

O Ônibus da Cidadania- Loja Social continuará com as ações nos bairros da cidade durante os meses de veraneio. A Loja Social e o Ônibus da Cidadania, iniciativas de sucesso do gabinete da primeira-dama Maria Zoretti, disponibilizaram, em 2014, mais de 36 mil peças de roupa, tendo atendido mais de 9 mil pessoas. A Loja está localizada na rua Wenceslau Fontoura, 126, próxima ao Ginásio Municipal Tancredo Neves.